Intervenciones no voluntarias en materia de salud en el Derecho Español

Angela Ruiz Sáenz, Gustavo Merino Gómez

Resumo


El paciente se configura como el eje básico de las relaciones clínico-asistenciales requiriendo toda actuación en el ámbito de su salud del consentimiento libre y voluntario del mismo. En este sentido, tiene derecho a negarse al tratamiento, excepto en los casos determinados en la ley. El presente trabajo tiene por objeto el estudio de algunas situaciones en las que el legislador ha previsto la posibilidad de adoptar medidas dirigidas a preservar la salud del paciente sin contar con el consentimiento del mismo: las medidas relativas al internamiento no voluntario por razón de trastorno psiquiátrico y las intervenciones obligatorias por riesgo de transmisión de enfermedades contagiosas, en concreto, la hospitalización forzosa y la vacunación.

Palabras claves: Autonomía del paciente; consentimiento informado; derechos fundamentales; hospitalización forzosa.

 

Resumo: O paciente é o eixo básico das relações clínico-assistenciais, sendo requerido seu consentimento livre e voluntário em todas as intervenções no âmbito de sua saúde. Nesse sentido, tem direito a negar-se a receber tratamento, exceto nos casos determinados pela lei. O artigo analisa algumas situações nas quais o legislador previu a possibilidade da adoção de medidas para preservar a saúde do paciente sem contar com o seu consentimento: aquelas relativas à internação involuntária em razão de transtorno psiquiátrico e as intervenções obrigatórias por risco de transmissão de doenças contagiosas; concretamente, a hospitalização involuntária e a vacinação.

Palavras chave: Autonomia do paciente; consentimento informado; direitos fundamentais; hospitalização involuntária.

 


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